✓ Marcelo Bueno

Marcelo Bueno
Este sou eu! 🙂

Para quem não me conhece ainda, aqui é o Marcelo Bueno. Sou o responsável pelo trabalho que você acessa como Zephyrus Tarot. Há quem pense que eu me chamo Zephyrus, mas o nome faz referência à uma divindade grega. Zephyrus, Zéfiro ou Zephyr era um dos quatro Anemoi – deuses dos ventos (volto a isso daqui a pouco).

Apesar da pegada institucional, o Zephyrus Tarot não é uma organização com várias pessoas, como alguns imaginam, mas uma legítima OPC – one-person company. Textos, atendimento, cursos, oficinas e workshops são da minha inteira responsabilidade.

Então, estou atualizando esta página em Janeiro/2021. São 31 anos de estudo do Tarot e 13 oferecendo atendimentos e cursos – o tempo que o Zephyrus está no ar.

Como o Tarot surgiu na minha vida?

Essa é uma pergunta frequente. Sou publicitário por formação. Trabalhei muitos anos nas áreas do Marketing Corporativo, Planejamento Estratégico e Gestão de Projetos. Em algum momento de 1989, fiz uma consulta de Tarot e fiquei muito impressionado com a abordagem da oraculista.

Não tenho nada que ela possa ter dito na memória. No entanto, trago comigo a referência de que ela não se ocupou de falar do meu futuro. Ao invés disso, trabalhou comigo as oportunidades e desafios do momento. E não como acontecimentos externos, mas a partir de como eu me via e também via o mundo. Isso fez toda a diferença. Basicamente, o que separa um jogo de entretenimento para um real acesso ao autoconhecimento.

É claro que todo atendimento tem suas previsões. As pessoas nos procuram a partir de um problema que as preocupa. O importante é ter em mente que a vida é um constante devir. Logo, boa parte do futuro se constrói a partir das escolhas que fazemos agora. Isso parece simples, não é. Precisamos entender o que nos leva, de fato, a fazer essas escolhas. Na maioria das vezes, nossos mecanismos internos de defesa interferem todo o tempo.

Essa cartomante atendia em uma loja de artigos esotéricos e eu já saí de lá com o contato da pessoa que viria a ser meu primeiro professor de Tarot, o Henrique Matoso. Depois dele, também estudei com a Vera Martins. Com os dois passei pelos Arcanos Maiores e Menores numa época em que os cursos não tinham data certa para acabar.

Foi com o Henrique que eu tomei conhecimento do Tabuleiro em uma aula e, com a Vera, fiz um curso para me aprofundar no método. Além de um jeito próprio de abordar o Tarot em consultas e aulas, não há dúvidas que me tornei conhecido por ser, talvez, o seu maior divulgador.

A transição

Nunca esteve nos meus planos virar um tarólogo profissional até levar um “puxão de orelha” em 2007. Assumi, naquele momento, o compromisso de multiplicar o que aprendi. Foi aí que o Zephyrus Tarot surgiu como uma atividade paralela à minha principal.

Marcelo Bueno no Arouche
Workshop Cartas Numeradas, no Arouche

Quis a Senhora do Destino que, em Janeiro de 2013, eu tivesse mais uma vez o meu contrato CLT encerrado. Ainda tentei recolocação por um longo tempo, mas percebi, gradualmente, que a minha energia para o Marketing diminuía enquanto a do Tarot ganhava mais força. Se você está lendo isso em um tom romântico, não o faça. Foi um processo complexo, mas aqui estou eu.

Gosto de frisar isso porque muitos gostam de contar uma história bonitinha e isso é um desserviço. Não se trata de uma fada aparecer sacudindo a varinha para transformar a abóbora em carruagem, mas de um trabalho interno para descobrir quem você é, os recursos que têm a sua disposição e o que toca a sua alma. Leva um tempo (causa desconforto, na maioria das vezes) separar a fantasia que o ego cria da realidade – a nossa capacidade de olhar para vida e dizer “sim” para o que é.

Das outras coisas que eu faço e estudo

O Tarot abriu as portas (a minha cabeça) para diferentes áreas de interesse e formações. Tenho o Nível III de Reiki e todos os cursos do Pranic Healing. Conheço bastante coisa do Judaísmo, Budismo e Hinduísmo. Também um básico de Aromaterapia, Medicina Chinesa e outras abordagens vibracionais. Trabalho com alguns outros oráculos em paralelo nas minhas consultas quando sinto que eles têm algo a acrescentar.

Recentemente, tornei-me practitioner de Barras de Access e fiz formação para atender também com o Maha Lilah. Por conta do meu estudo de letras hebraicas, lancei, em 2018, o meu próprio oráculo, o Otiot.

Sobre as atividades do Zephyrus Tarot

Repetindo que este texto é escrito em Janeiro/2021, todas as atividades, até que seja seguro fazer diferente, são online. Antes disso, havia atendimentos presenciais no Largo do Machado e workshops mensais no Rio de Janeiro e São Paulo.

Atendimentos com Tarot e Maha Lilah acontecem através de agendamento. Duram entre 60 e 90 minutos. Atendimentos de Barras precisam ser presenciais, por isso, aguardo condições propícias para isso – detalhes no link.

Durante a semana, facilito duas turmas de Tarot – uma na segunda e outra na terça. Tenho um Ciclo de Introdução ao Tarot com 3 módulos: Arcanos Maiores (16 aulas), Cartas Numeradas (12 aulas) e Arcanos da Corte (10 aulas). Informe-se para saber quando tem algum deles começando.

O leque de workshops é um pouco maior. Além do Ciclo de Introdução ao Tarot com módulos de 8h, entram outros títulos, como Decifrando o Tabuleiro, Tarot e Alquimia, Interpretação em Pares e Tabuleiro Pessoal, entre outros. Na Agenda Mensal você confere o que tem programado.

Quem é Zephyrus e qual a sua importância nesse trabalho?

Imagem do deus Zephyrus
Zephyrus

Na mitologia grega, temos Aíolos, como o deus dos ventos. A seu serviço, encontramos outras divindades do ar associadas às direções cardinais: Boreas, o vento norte, frio e violento; Zephyrus, o vento oeste, suave e agradável; Eurus, o vento leste, criador de tempestades; e Noto, o vento sul, quente e formador de nuvens.

A respeito de Zephyrus, em especial, é dito que ele é casado com Clóris (ou Flora, entre os romanos). Ele é considerado o mais suave e benfazejo de todos os ventos, que chega morno depois do Inverno e faz com que as flores se abram na Primavera, estação sob a regência de sua amada

Como em muitos projetos na publicidade, primeiro vem uma ideia que soa bem; depois, a justificativa. Existe um motivo especial para o nome ter chegado a mim e a explicação é uma das formas que encontro para resumir o propósito do trabalho.

Eu entendo que qualquer pessoa que procure um oráculo passa por um Inverno em sua vida. Ele pode vir como uma dor, uma desorientação, um peso ou uma falta de perspectiva com relação ao futuro. Esse Inverno simbólico fala da escassez de recursos, internos ou externos.

Sendo assim, o meu principal compromisso é com a descoberta de novas percepções e o despertar potências. Da mesma forma que a Primavera sucede o Inverno, o que podemos fazer hoje para florescer?

Seja bem vinde. Abra o coração e deixe acontecer.

Possam todos se beneficiar.